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Dê parabéns para a mais nova
(Ta, Jun, pode fazer comentário sarcástico.)
Dê parabéns para a mais nova
Depois da HBO, do chantily, do iPodinho, do namorado e da batedeira, agora tenho Mortal Kombat 3 no computador. Nunca superei meus doze anos, quando meu pai tirou meu Mortal Kombat 2 do computador porque era muito violento e eu passei a jogar o 3 apenas quando ia pra casa da minha prima (e no videogame, onde eu não sabia jogar direito). Mas agora, está tudo resolvido. E já até reaprendi os macetes da Kitana. Com Kung Lao, Scorpion, Sindel e Jade, não preciso mais de nada pra ser uma pessoa completa.
Mas a Marina disse que é normal e o Matheus disse que vai ficar tudo bem. Então tudo bem.
Olha só, a gente NÃO É amigo e eu NÃO entrei no msn pra falar com você. Aliás, estou SEM PACIÊNCIA pra falar com semi-conhecidos. Eu só quero falar com o Matheus. E aceito falar com o Leandro. Mas só porque ele morreu e agora inventou de ressuscitar. Escrevi certo?
Nunca entendeu que o não ver, o não falar, o não sempre não não não é que me faz mal. O excesso potencializa o que tem de bom por um tempo, mas uma hora fica demais. Eu gosto de excessos. Meu pai fazia isso com queijo cheddar. Achava tão bom, mas tão bom, que evitava comprar todo mês, porque, assim, era sempre bom. Sempre fui contra. Eu queria queijo cheddar até cansar. Consegui. E cansei. Hoje nem gosto muito de queijo cheddar.
Cara, eu moro em Cordovil, estudo no Fundão, trabalho na Ilha de Mocanguê e na Praça Mauá, meu namorado mora no Recreio e minha amiga mora em Copacabana.
Sinto inveja de toda pessoa que te vê todo dia. Que não precisou lembrar de fazer um interurbano no seu aniversário porque sabia que te encontraria no banco da praça.
9,75 em PortV, saca? NOVE E SETENTA E CINCO.
O tempo passa, o tempo passa, o tempo passa, e aquela frase sempre vai me fazer pensar nele.
- Mãe, to pensando em me candidatar pra monitoria-chefe do CLAC.
Pronto, deletei do Orkut. Só faltou deixar o depoimento com a letra da música. E se o que ele esqueceu aqui em casa há, sei lá, dois anos atrás, valesse alguma coisa, eu vendia.
Sério, eu to até agora tendo diálogos imaginários com a Professora Burra na minha cabeça. ("Imaginário na cabeça" é pleonasmo?)
Sonhei que era carnaval e eu estava andando numa carruagem na Rio Branco vazia. E aí, de alguma forma, a ____ descobria que o ______ tinha traído ela comigo. :X
Nunca achei que eu fosse dizer isso, mas eu adoro a Joey. Estou revendo Dawson's Creek há um tempo e muito das minhas percepções mudou. Primeiro que, antes, eu só não gostava do Dawson; agora acho o Dawson um babacão insuportável. Curiosamente, eu achava a Joey uma babacona insuportável. E, desde que comecei a rever a série, notei uma leve simpatizada em relação a ela. Não estava me incomodando tanto quanto na época em que eu acompanhava a série na Sony. E, agora, pior: descobri que ela não só não me incomoda, como me agrada. Socorro, eu gosto de Joey Potter.
Contemplando sempre todas as vogais do português:
"If I am silent
Eu quero dar um print screen no True Blood baixando a 103.2 kB/s no uTorrent pra mostrar pro técnico da Velox que disse que a minha área não suportava internet de 1 mega.
Mas pelo menos as duas aniversariantes ficaram felizes com a minha presença, mesmo sabendo que ela seria limitada.
Fiquei com vontade de deixar um depoimento assim:
- A gente não é amiga mesmo, porque não tem nada a ver, né, ela é tipo dez anos mais velha que eu.
O que me dói - e quando eu falo que dói, é porque dói mesmo - é ter que usar um texto com o qual eu não concordo como base para analisar um conto do qual eu não gosto para escrever um trabalho pra entregar pra uma professora que eu acho burra.
A moral da história é: se você sai na rua vestindo mais de mil reais (ou quase dois mil, pra ser mais fiel), você não pode fazer poesia sobre desigualdade social. É um direito que Deus não te deu.
Ele: Conhece a _____ de onde? Preciso de informações sobre ela.
Acho que, na verdade, essa descoberta que eu fiz (sim, ainda o Fantasma da Uruguaiana), foi uma desculpa do cosmo pra despertar em mim uma super nostalgia desenfreada. Porque fui ler os cadernos da época e a parte que me interessava (sobre ele), eu já superei. Mas tooooodo o contexto me deixou meio... desacreditada. Sério que eu passei mesmo por aquilo tudo? Com 12, 13, 14, 15, 16 anos? Eu sempre me esqueço disso, mas houve vida antes de 2005. Sempre me refiro à minha vida de hoje como quase completamente oposta à minha vida de antes, mas, quando me refiro à essa vida de antes, só penso em 2005, 2006 e 2007. Esses anos maravilhosos. Esqueci completamente A MERDA QUE FORAM os anos anteriores. Sério. Minha vida era muito ruim. Tem de tudo. De um super assalto à uma perda de HD pouco tempo depois (e tanta, tanta coisa perdida e eu ficando na internet até não me aguentar mais de sono pra deitar e conseguir dormir sem ter que pensar). De ficar doente, tomando remédio por meses sem poder comer nada, às Super Decepções Amorosas em série. O total desaparecimento do Fantasma da Uruguaiana e a perda de amigos queridos por motivos muito sérios. Os problemas constantes (que só foram culminar agora, esse ano, thank God). E o grande evento, lá nos meus 12 anos. Tenho pensado muito nisso. Vontade de contar pras pessoas. O Leandro sabe, mas o Leandro não existe mais.
- A gorda horrorosa e porca ligou o dia inteiro no outro sábado. Vergonhoso. Aí hoje eu tava ouvindo Adele e percebi uma coisa chocante: a gorda horrorosa e porca, se fosse bonita e se arrumasse ficaria A CARA da Adele. Confiram aqui.